Enfrentando provações? Apenas confie!
Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e Ele te susterá; nunca permitirá que o justo seja abalado. Salmos 55:22.
O cuidado do Senhor envolve todas as Suas criaturas. Ele ama a todas, e não faz diferenças. Ele tem a mais terna piedade e cuidados especiais para com os que suportam os mais pesados fardos da vida. Os filhos de Deus também enfrentam provas e dificuldades, mas devem aceitar sua sorte com ânimo, lembrando-se de que tudo que o mundo cruelmente lhes negar, o próprio Deus os indenizará com os melhores favores.
É nas circunstâncias difíceis que Deus revela Seu poder e sabedoria em resposta as orações humildes. Confie Nele! Ele é Deus que ouve e responde as orações.
A aflição apenas traz jugos para nosso pescoço, portanto não nos inquietemos, pois a aflição torna o jugo mais penoso e o fardo mais pesado. Façamos tudo que pudermos fazer, sem nos afligirmos, confiando em Cristo.
As circunstâncias da vida poderão nos trazer provações, que nos deixarão frustrados e deprimidos, mas as dificuldades não têm poder para mudar a relação de Deus para conosco. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente; e pede-nos que tenhamos incondicional confiança em Seu amor.
Satanás vigia por oportunidades para despertar descrença, com esperança de nos levar a duvidar de Deus. Não podemos correr o risco de nutrir um só pensamento de incredulidade. Quando somos tentados a olhar ao lado escuro, abramos as janelas da alma para o Céu, para que os brilhantes raios do Sol da Justiça resplandeçam no interior.
Cheguemo-nos para mais perto de Deus. Ele prometeu que se fizermos isso, Ele Se aproximará de nós, e erguerá em nosso favor um estandarte contra o inimigo. A eficiência de Sua proteção jamais diminuirá. Que a fé resista à prova, sem titubear, pois Cristo é um Salvador perfeito.
Você pode considerar seus planos perfeitos, mas talvez Deus julgue necessário que você sofra decepções, a fim de que seus planos se harmonizem com os dEle. Seu conselho é sempre o melhor. Ele vê e sabe todas as coisas. Nós nem sempre vemos as coisas como Ele. … Confie na Palavra de Deus e não importa o que aconteça, tenha confiança até o fim.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 120.Extraído do Site Rádio Novo Tempo.
Sacrificando os próprios filhos
Uma notícia surpreendente corre solta pelas ruas de Jerusalém, capital de Judá. O rei Acaz irá participar do cerimonial a Moloque, um deus amonita. Entre os servos da família real, o semblante desolado revela o sentimento de perda e frustração. Entretanto, nada podem fazer.
Finalmente chega o dia. Abrem-se os portões e a carruagem real deixa o palácio, seguindo rumo ao vale de Hinon, nos arredores da capital. Lá no vale, o local está ornamentado com um aparato todo especial, os altares erguidos debaixo de frondosas árvores, estão repletos de oferendas de toda espécie, a comitiva real é recebida com festa, o cerimonial vai começar.
Músicas, danças e falsas predições fazem parte do ritual. Após um breve intervalo, o sacerdote apregoa a participação do rei, louvando-o pelo gesto e justificando ser extremamente necessário que tal ato ocorra para o próprio bem estar da nação.
Então o rei, após proferir algumas palavras que o sacerdote lhe dirige, entrega seu próprio filho para ser oferecido como sacrifício a Moloque. Os tambores começam a rufar mais forte, flautas, cítaras, harpas e trombetas acompanham com uma música provocante, contagiante, deixando os presentes completamente extasiados. Nesse clima emocional, o sacerdote recebe dos braços do próprio rei a oferenda e caminha ao encontro de uma figura repulsiva que sem piedade consumia suas oferendas. A criança, percebendo o seu sinistro destino se debate e chora de medo e pavor. O sacerdote se aproxima o máximo que pode e lança o menino nos braços de Moloque. Contorcendo-se de dores atrozes ela clama por socorro, mas ninguém a acorde. Os tambores abafam os gritos de desespero e agonia. O espetáculo é horrível, cenas deprimentes que causam indignação e resolva. O cerimonial acabou.
A carruagem retorna para o palácio num silêncio que só é quebrado pelo trotar dos cavalos. O rei Acaz está triste, porém muito esperançoso.
Embora este fato tenha acontecido há milhares de anos, ainda hoje as crianças são oferecidas diariamente a satanás. E o mais aterrador é que pais cristãos estão participando de tão cruel ritual.
Sacrificamos nossos filhos quando permitimos que os mesmos passem horas diante da televisão assistindo programas que destroem a alma com a mesma intensidade como o fogo de Moloque consumia sua oferenda. Sacrificamos nossos filhos quando os matriculamos em escolas cuja única preocupação é preparar bons profissionais para servirem à sociedade, sem se preocupar com a educação para a eternidade. Entregamos nossos filhos a Moloque quando deixamos de nos preocupar a respeito de suas amizades, com quem estão se envolvendo, por onde andam, o que estão fazendo. Sacrificamos nossos filhos quando negligenciamos o altar da família que é o culto familiar. Sacrificamos nossos filhos quando deixamos de interceder diariamente por eles.
Não temos outra saída. Ou colocamos nossos filhos sobre o altar do Senhor como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, ou satanás se encarregará de tomar conta deles.
O futuro deles também depende de você. Pense nisso.
(Autor: Juracy Santiago Castelo)
Extraído do Blog do Amilton Meneses
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