A Quem Adoramos? - Parte 3

Por que Adoramos?
O verdadeiro culto está centralizado em Deus

Conta-se um episódio em que um pastor de uma grande igreja estava em pé, diante do templo quase vazio. O ministro olhou para os bancos vazios e encontrou quatro solitárias pessoas na congregação - um jovem e três senhoras idosas.
O pastor começou a falar: "Graças Te dou, ó Deus, porque ao menos algumas pessoas esforçaram-se para vir Te adorar, para se alimentarem da Palavra de Deus, crendo que não és menos importante do que a partida de futebol que está sendo transmitida hoje pela televisão." De repente, o jovem que estava assentado no último banco se ergueu de um salto. "Oh, não! Eu me esqueci do jogo!", exclamou ele, saindo em disparada da igreja.
A grande pergunta que deveríamos fazer é: "Temos alguma coisa melhor para fazer do que ir ao culto?" Estamos sempre muito ocupados com os afazeres domésticos - livros para ler, filmes e jogos para assistir, navegar na Internet. O que nos motiva a deixar de lado a televisão, adiar a ida ao shopping, e ir à igreja para adorar a Deus?
Imagino que para alguns a resposta é o hábito - e para falar a verdade, um hábito nada mau. Houve, porém, época em nossa vida em que ir ao culto não era uma questão de hábito. De certo modo, tivemos de tomar a decisão de que essa era a disciplina que desejávamos seguir. Por que tomamos tal decisão?




A quem adoramos - Parte 2

Ídolos contemporâneos - Desde a entrada do pecado no mundo, as pessoas têm sido tentadas a colocar alguém ou alguma coisa no lugar de Deus. O panorama da história humana é cheio (alguém quase poderia dizer dominado) por figuras de deuses moldadas pelos antigos, que criaram um deus para cada aspecto da vida. Essa tentação era tão poderosa que o próprio povo do concerto de Deus foi seduzido por ela, levando os profetas a denunciá-la com forte linguagem e às vezes ironia mordaz.
O profeta Jeremias convida os israelitas a considerar o que eles estavam fazendo. Diz: "Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, portanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem. Ninguém há semelhante a Ti, ó Senhor; Tu és grande, e grande é o poder do Teu nome. ... Portanto, entre todos os sábios das nações e em todo o seu reino, ninguém há de semelhante a Ti" (Jeremias 10:5-7).
Numa demonstração de erro monumental, os seres humanos, criados por Deus à Sua imagem, tornaram-se artífices de deuses feitos à sua própria imagem. A maior ironia é que aqueles que fabricaram esses deuses então se curvaram diante deles em adoração, numa inversão completa da intenção do Criador.
Embora o mundo hoje tenha se tornado sofisticado, a tentação de permitir algo no lugar do verdadeiro Deus ainda existe entre nós. As escolhas de hoje podem ser a busca persistente de poder, fama, glória terrena, auto-admiração, riqueza ou outra das atrações em voga atualmente, mas o efeito é o mesmo: substituir e distorcer o desejo que Deus colocou em nós de adora-lO. Freqüentemente exaltamos as coisas utilitárias na vida; e, quando elevadas acima de nossa dedicação a Deus, elas se tornam ídolos, os falsos deuses de nossa época.




"NÃO TEMAS, EU SOU CONTIGO... NÃO TE ASSOMBRES, EU SOU O TEU DEUS" Isaías 41:10
Diz um velho ditado  "com as botas do meu pai, eu sou um homem", querendo dizer que, com a força do Todo Poderoso, seremos mais que vencedores.
                     De fato, nós, os filhos da Luz, também podemos dizer confiadamente: - "à sombra do Onipotente Deus descansaremos seguros, por que Ele nos livrará do laço do passarinheiro (Satanás), da peste perniciosa, do espanto noturno, da seta traiçoeira que voa durante o dia, da mortandade que assola o mundo; dez mil cairão à nossa direita, mas nós (os filhos do céu) não seremos atingidos, porque o Deus do céu é o nosso refúgio, o nosso Castelo Forte, a nossa habitação" (Salmo 91).
                     "Eu sou o teu Deus, eu te esforço e te ajudo, eu te sustento com a destra da minha justiça... eu te tomo pela mão direita e te digo: não temas" (Isaías 41:10, 13).
                      Não sei quem, neste dia, lerá estas palavras de fé e de consolação, mas "rogo-vos, pela compaixão de Deus" que  as tomem como "bálsamo" para as vossas feridas, antigas ou de hoje. Estas são as palavras de Deus para que tu confies e tenhas vida e vida feliz e eterna.
                      Jesus sabe o que é o sofrimento e, por isso, não só pode compreender-te, como pode e quer ajudar-te a passar o vale da angústia, do meio da noite tenebrosa para a aurora da manhã e para a plenitude da Sua luz.
                      Não pasmes, nem te espantes. Esta é a verdade de Deus. Estende as tuas mãos para Jesus, com fé, abre bem o teu coração e Ele te dará o consolo, a bênção e a paz que tu precisas.
EXPERIMENTE AGORA!

Intolerância, Fanatismo e Perseguição

O povo adventista foi agraciado com o dom da profecia. Através dele, conhecemos da parte de Deus como devemos nos comportar no presente, para que tenhamos uma vida que agrada a Ele, mas temos também revelações sobre o que nos aguarda o futuro.

Existe, e é crescente hoje no meio adventista, aqueles que descrêem de profecias específicas – Decreto dominical, perseguição, tortura e morte aos fiéis servos de Deus.

Já li em fóruns de discussão, comentários de blogs, e até ouvi pessoalmente, pessoas falarem que isso é um absurdo, que a humanidade não é mais como antigamente. Hoje, vivemos em uma sociedade civilizada, que respeita os direitos humanos, portanto para que de fato ocorra algo como temos profetizado o mundo teria que mudar drasticamente.

Apenas para refrescar nossa memória quanto a acontecimentos que nos aguardam:

* Declara o apóstolo: “Todos os que piamente querem viver em Cristo, padecerão perseguição.” I Tim. 3:12. Porém a perseguição não deve ser considerada uma desgraça nem deve ser temida, pois Cristo pronunciou uma bênção sobre os que sofrem, e Deus prometeu de maneira especial Sua companhia e bênção nesta espécie de emergência. “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados sois, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por Minha causa. Exultai, e alegrai-vos, por-que é grande o vosso galardão nos Céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” Mat. 5:10-12.
* “Ninguém poderá servir a Deus sem atrair contra si a oposição das hostes das trevas. Anjos maus o assaltarão, alarmados de que a sua influência lhes esteja arrebatando a presa. Homens maus, reprovados pelo seu exemplo, unir-se-ão àqueles, procurando separar de Deus tal pessoa, por meio de sedutoras tentações. Quando estas não surtem o efeito esperado, recorre-se ao poder compulsório para forçar a consciência.” — O Grande Conflito, p. 610.
* “Há perante nós a perspectiva de uma luta contínua, com risco de prisão, perda de propriedade, e da própria vida, para defender a lei de Deus, que é anulada pelas leis dos homens.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 319.

No último domingo, 31/10/2010, tivemos eleição para presidência da república. A candidata do PT, Dilma Rousseff, foi eleita com 56,05% dos votos válidos.
Logo após o anuncio da vitória da candidata do PT, iniciou-se um dos mais tristes movimentos virais dos últimos tempos.

Alegando-se que a vitória da candidata do PT teria ocorrido por conta da expressiva votação advinda das regiões norte e nordeste, teve inicio um enxurrada de mensagens através das redes sociais, com mensagens xenofóbicas de todos os tipo, inclusive com apelos à violência.






A estudante de Direito Mayara Petruso foi processada pela OAB-PE
 
Centenas de mensagens foram espalhadas pela internet, claras demonstrações de intolerância, ódio, violência e desrespeito.
Obs: Não reproduziremos aqui o vídeo sobre xenofobia pois consideramos, apesar de ser um claro exemplo de intolerância e desrespeito humano, ser também uma agressão e um insulto muito grave à dignidade das pessoas, para quem desejar ver o vídeo, Clique aqui.

“Satanás há de excitar a indignação contra uma minoria que conscienciosamente se recusa a aceitar costumes e tradições populares. Homens de destaque e reputação hão de associar-se aos que são adversos à lei e aos maus a fim de tomarem conselho contra o povo de Deus. A riqueza, o gênio e a educação hão de aliar-se a fim de cobri-los de ignomínia. Magistrados perseguidores, e membros de igreja, hão de conspirar contra eles. De viva voz e com a pena, com ameaça, escárnio e zombaria, hão de tentar derrotar a sua fé. Desvirtuando os fatos e por meio de apelos violentos hão de procurar acirrar as paixões do povo. Não podendo apresentar contra os defensores do sábado bíblico um está escrito‘, à falta deste, lançarão mão da violência.” Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 150.
É uma face dos seres humanos que não vemos constantemente, mas que ao menor estímulo desperta, e com grande força. Você ainda duvida que em pouco tempo, possa estar sendo alvo de grande perseguição, injurias e calamidades?
“Ouvi-me, ó Judá, e vós, moradores de Jerusalém: Crede no SENHOR vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis;” II Crônicas 20:20b

Texto extraído na íntegra do site Mulher Adventista.

A Quem Adoramos? Parte 1

Nosso eterno destino depende da resposta a esta pergunta
Pr. Jan Paulsen

Os discípulos ainda estavam reunidos ao redor da mesa, após a primeira Ceia do Senhor. Enquanto Jesus lhes falava novamente sobre a Sua breve partida, desta vez em termos inconfundivelmente claros, eles se encolheram desanimados. Ele iria agora para Seu Pai, mas eles não poderiam segui-lO por enquanto.
O apelo espontâneo de Filipe refletiu a perplexidade que seguramente ia na mente de todos os discípulos: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta" (João 14:8). A resposta de Jesus a esse pedido dá-nos uma profunda percepção sobre o motivo pelo qual a encarnação ocorreu: "Quem Me vê a Mim, vê o Pai" (verso 9).
A missão de Jesus incluía descortinar uma visão da verdadeira natureza de Deus diante da humanidade caída e alienada, e essa verdade está implícita em Suas palavras. Naturalmente, Jesus veio nos reconciliar com Deus ao confrontar o pecado na carne, morrer por nós e sair vitorioso sobre o pecado e o seu originador, Satanás. Mas em Seu ministério de três anos e meio, antes do Calvário, Ele desvendaria diante de nós uma representação verdadeira e exata do pai e da verdadeira natureza de Seu caráter. Removendo as concepções errôneas acumuladas ao longo de uma centena de gerações, Jesus não somente colocou diante de nós um corpo de informação correta sobre Deus, mas também demonstrou o caráter de Deus em forma humana. Nunca antes em toda a eternidade o Universo havia testemunhado algo assim.
Desde a queda de Adão, os seres humanos não mais caminham pessoalmente com Deus. O Criador é tão majestoso que os olhos enfraquecidos pelo pecado não podem contempla-lO. Somente em raras ocasiões Ele tem partilhado conosco vislumbres íntimos de Si mesmo, afastando a cortina que oculta a Sua presença. Conseqüentemente, as pessoas podem concebe-lO apenas na imaginação, e esse tipo de adivinhação é sujeito a erro.
Removendo a distorção - Ao começar Seu ministério, Jesus veio ao povo do concerto, o povo que recebera os profetas e seus escritos; contudo, o "mundo não O conheceu" (João 1:10) e "os Seus não O receberam" (verso 11). Opiniões preconcebidas, reforçadas por séculos de idéias errôneas, tinham criado uma série de distorções sobre Deus. Para alguns, Deus parecia uma figura distante, majestosa, fria e exigente, um temível monarca buscando encontrar falhas entre Seus súditos. Ele era o Deus do detalhe meticuloso, diante de quem o povo tremia para não errar. Para outros, Deus parecia um manipulador distante, sempre manobrando Seu arsenal de resultados predeterminados, diante de quem o povo saltava como gafanhotos. Os céticos cogitavam se, afinal de contas, esse Deus que nunca tinha sido visto estava realmente lá. E ainda outros O viam como um pai indulgente e tendencioso, distribuindo presentes para quem O agradava e negando-os a quem O desagradava.
Jesus rejeitou todas essas distorções, dirigindo-nos a um Deus perfeito em santidade e majestade, contudo terno e compassivo, um Deus a quem podemos nos dirigir com confiança de uma criança que fala com seu pai.
Embora os pais humanos tenham fraquezas, ficando muito longe do caráter de Deus, Jesus repetidamente citou os pais como modelos para pensar sobre Deus. NEle nós encontramos força, segurança e amor altruísta, sempre mesclados com ternura, interesse e sabedoria.
No início, Deus caminhava no Éden com Suas criaturas recém criadas, propositalmente feitas à Sua imagem e semelhança para que pudessem experimentar a alegria de um companheirismo íntimo com o Criador. O quadro de Deus revelado em Jesus transformou a figura divina na mente humana, banindo para sempre as especulações que durante milhares de anos anuviaram nosso conhecimento do Pai. "Quem Me vê a mim, vê o Pai."
Com a vinda de Jesus, pela primeira vez desde o Éden chegamos a conhecer a Deus como Ele realmente é. Ele veio de um modo que todos nós podíamos entender "E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós" (João 1:14). Tal acontecimento é tão marcante que nenhum de nós pode compreender completamente o mistério do que significa para Deus assumir a condição humana. Contudo, temos evidência poderosa de que é verdade. Essa pessoa única é Jesus, o Messias Redentor longamente aguardado, Emanuel, Deus conosco. E "vimos a Sua glória" (João 1:14).
Anunciado em Seu nascimento por um coro de anjos, Ele agora Se tornou um de nós, sendo ainda nosso Senhor. Seu ministério foi diferente de qualquer coisa vista antes. Embora acompanhado de uma série de eventos miraculosos sem precedentes, Jesus raramente apontou para eles como evidência de quem Ele era. Em vez disso, Sua identidade foi fundamentada em repetidas citações das Escrituras, onde profetas antigos tinham previsto a vinda e o ministério de um redentor. Mesmo após Sua ressurreição, Jesus usou essa evidência profética como prova final de quem Ele era. Na estrada para Emaús, apresentou a dois crentes desesperançados a convincente evidência bíblica: "E começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras" (Lucas 24:27).
Jesus referiu-Se a Si mesmo repetidamente como Senhor, não simplesmente em termos terrenos, mas de um reino já entre nós, embora eterno em sua glória final. A entrega de coração a Ele dá-nos a cidadania desse reino, descrito há muito tempo pelo profeta Daniel como um "reino eterno" (Daniel 7:27). Somos adotados na família de Deus, designados para ser embaixadores das boas-novas de Seu amor e salvação, e privilegiados com a comissão de representa-lO enquanto levamos Sua mensagem a cada nação e povo. Somos recipientes da graça, e nos maravilhamos dos dons que Ele está derramando sobre nós. Não fomos nós que O buscamos, mas Ele é quem veio em busca de nós, o Bom Pastor procurando a Sua ovelha.
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