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ESPEREI CONFIANTEMENTE
Este versículo é muito rico e contem varias lições relacionadas ao sofrimento seguido pelo livramento da parte de Deus aos seus filhos. A primeira é que a palavra confiantemente, é expressa com os seguintes significados:
1) Dependência total em Deus. Esta palavra reflete uma das características importante na vida de quem sabe que Deus tem o controle de sua história. A dependência é o resultado de uma consciência que busca a comunhão integral com Deus. Esta pessoa esta sensível e atenta a voz soberana de Deus. A lei de Deus é o seu guia para caminhar diante dos perigos.
2) Paciência e perseverança. O ser humano tem em sua natureza, a ansiedade. Ela às vezes nos seduz e faz com que tomemos decisões perigosas e prejudiciais; duvidosas e desagradáveis a vontade de Deus. A paciência e a perseverança são virtudes que adquirimos obtendo vida com Deus.
3) Descanso em confiar que Deus o livrará do perigo. O descanso reflete a segurança, a certeza de que mesmo em silencio, Deus esta agindo ao nosso favor.
Em segundo lugar, precisamos ver uma outra atitude por parte do salmista; ele buscou socorro ou respostas para os seus problemas ou perigo. A onde recorrer? A quem recorrer? Quem deve ser a minha opção para gritar por socorro? Apesar de parecer simples e obvio neste versículo, mas é um ponto fundamental de muita importância para o futuro. Se eu grito por socorro é porque não tenho forças ou saídas para fugir deste perigo. Então devo recorrer a opção ou a pessoa certa. Muitos escolhem de maneira errada as opções de socorro para seus problemas. Muitas vezes pedimos socorro à pessoa errada.
O salmista deixa uma descrição muito importante: a segunda atitude (clamar por socorro), é decorrente da primeira atitude (a confiança). Eu só posso gritar por socorro a pessoa certa, se conhecer a fonte ou a sua procedência. Eu só posso gritar por socorro a Deus se buscar segurança no conhecimento sobre a sua pessoa, seja meditando na sua palavra e também praticando o que ela me ensina sobre o que Deus quer de mim.
O conhecimento sobre Deus nos dá certeza de que quando eu pedir por socorro, Ele esta pronto a me atender. Às vezes não sabemos pedir e até exercitamos a confiança em Deus de maneira errada. Quantos esquecem de confiar em Deus e depositam a sua confiança em coisas ou pessoas que desagradam o seu coração.
Por isso, quando pensarmos nas respostas para estes questionamentos precisamos primeiro ter certeza de que Deus em meio ao sofrimento cuida de nós. Ele não deixa o justo desamparado. Em segundo, precisamos esperar confiantemente como disse o salmista e perceber que: confiança é ter segurança, dependência e descansar Nele.
Por ultimo, devemos saber que o nosso clamor por socorro deve ser direcionado a Ele. Quando fazemos isto é uma maneira de O reconhecermos em nossas vidas. Álias, tudo se resume em dizer que, Deus é o Senhor da vida seja em qualquer circunstancia. A alegria e o sofrimento são os meios pelos qual Deus nos mostra o que Ele quer como vontade para cada um de nós e a sua vontade é benção até mesmo nos sofrimentos. Por isso o salmista diz; esperei confiantemente no SENHOR.
Coloque-se na presença do Senhor agora, e deixe Ele trazer a sua memória tudo o que de bom você tem vivido, diante de todo cuidado por você demonstrado por Deus. Maior prova disso é o fato de ter entregado o Seu único Filho para sofrer a morte de cruz pra que você tornasse a ter comunhão com Ele, e passasse a fazer parte da Sua familia espiritual.
Então solte um brado de alegria em louvor ao único digno de receber toda a adoração. E tenha sempre um coração grato diante Dele.
Orai sem cessar
O texto de Lucas 18.1 relata: “Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer”. A parábola é a do Juiz Iníquo.
Nela, Jesus ensina sobre a necessária perseverança na oração.
Ele sabe, muito bem, que a nossa natureza é propensa a desencorajar-se quando não tem uma imediata resposta à oração. Muitas vezes pensamos que Deus não nos ouviu, e, então, desanimamos de orar.
Pode ser, também, que deixamos de orar porque achamos que a insistência em suplicar pode cansar Deus?Ele sabe, muito bem, que a nossa natureza é propensa a desencorajar-se quando não tem uma imediata resposta à oração. Muitas vezes pensamos que Deus não nos ouviu, e, então, desanimamos de orar.
Os israelitas, nos dias de Jesus, limitavam seus períodos de oração em três vezes ao dia (conforme Daniel 1.10), justamente para não importunar a Deus. Será que o nosso Pai afadiga-se?
O profeta Isaias afirma: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga?” (Isaias 40.28).
Deus é extremamente atencioso. Está atento a cada pedido que lhe é feito. Mas, ele sabe, exatamente, qual o melhor momento para responder, e de que forma o fazer.
Também, ele sabe qual a oração que não deve ser respondida, pois, sabe o que vai nos beneficiar ou não.
Os motivos pelos quais oramos, muitas vezes, não estão dentro da vontade de Deus, assim, ele não responderá porque o que não é de sua vontade não será bom para nós.
Deus, sempre, visa o nosso bem. Mas, é certo que Deus, no momento adequado, se manifestará.
Sou edificado, cada vez que leio a palavra que Deus dirigiu a Moisés na sarça ardente: “Certamente, vi a aflição de meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel” (Êxodo 3.7,8).
São sabemos por quanto tempo o povo clamou por sua libertação do Egito. Mas, certamente, não houve esmorecimento no suplicar. No momento certo Deus trouxe-lhes a resposta.
Deus prometeu a Salomão que “Se o meu povo, que se chama por meu nome, se humilhar e orar, e me buscar, e se converter de seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (II Crônicas 7.14).
Deus põem suas condições: orar, humilhar-se, buscar e converter-se. Uma vez que as cumpramos, ele responderá.
Alguém pode perguntar: “Se Deus é soberano e tudo realiza segundo a sua vontade, qual a necessidade de orar?”. Lembremos que, embora a vontade de Deus seja “boa, agradável e perfeita” (Romanos 12. 2), ele aguarda a nossa oração, pois quer fazer-nos participantes diretos de todos os seus atos.
Daniel buscou ao Senhor “com orações e súplicas, jejum, pano de saco e cinza” (Daniel 9.3), confessando e intercedendo pelo pecado do povo a fim de que cessasse a assolação que estava sobre Jerusalém.
Daniel sabia que, mais cedo ou mais tarde, a resposta de Deus viria, mas, também, sabia que Deus esperava as orações dos seus filhos. Precisamos ratificar o propósito de Deus, orando.
Assim, Daniel clamou sem cessar, três vezes ao dia, perseverantemente. Cumpramos a palavra apostólica que ensina: “Perseverai na oração, vigiando com ações de graça” (Colossenses 4.2). “Orai sem cessar” (II Tessalonicenses 5.17). Verdadeiramente, Deus espera a nossa oração. Amém.
Oração Antes das Reuniões
Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo pobre, limpai o coração. Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará. Tiago 4:8, 10
Eis uma obra na qual as famílias se devem empenhar antes de ir às nossas santas convocações. Que o preparo da comida e do vestuário seja uma questão secundária, que se comece, já em casa, profundo exame de coração. Orem três vezes ao dia, e, como Jacó, sejam importunos. É em casa o lugar de encontrar a Jesus; então O levem consigo à reunião, e quão preciosas serão as horas que ali passarem. Mas como poderão esperar sentir a presença de Deus, e ver a manifestação de Seu poder, quando a obra de preparo para essa ocasião é negligenciada?Por amor à sua salvação, por amor a Cristo, e por amor aos outros, trabalhem com a família. Orem como não estão acostumados a orar. Quebrante-se o coração diante de Deus. Ponham sua casa em ordem. Preparem seus filhos para essa ocasião. Ensinem a eles que não é de tanta importância que apareçam com finas vestes, como que se apresentem diante de Deus com mãos limpas e coração puro. Removam cada obstáculo que esteja no caminho – todas as diferenças que possam ter existido entre eles mesmos ou entre vocês e eles. Assim fazendo, convidarão a presença de Deus em seu lar e os santos anjos os acompanharão ao irem à reunião, e a luz e a presença deles afugentarão as trevas dos anjos maus. [...]
Oh, quanto se perde pela negligência dessa importante obra! Vocês poderão até apreciar a pregação e ficar animados e reavivados, mas o poder convertedor e reformador de Deus não será sentido no coração, e a obra não será tão profunda, completa e duradoura como deveria. Que o orgulho seja crucificado e a pessoa vestida com o precioso manto da justiça de Cristo, e que a reunião lhe proporcione alegria. Ela será para o seu espírito como que a porta do Céu.
A mesma obra de humilhação e exame de coração deveria ser feita também na igreja, para que todas as diferenças e malquerenças entre os irmãos possam ser postas de lado, antes de comparecerem diante do Senhor. [...] Comecem essa obra com determinação [...], pois, se vocês vierem às reuniões com dúvidas, murmurações e disputas, atrairão os anjos maus para o acampamento e trarão trevas aonde quer que forem (T5, p. 164, 165).
Texto Retirado da Meditação Matinal "Jesus meu Modelo" de Elle White
"NÃO TEMAS, EU SOU CONTIGO... NÃO TE ASSOMBRES, EU SOU O TEU DEUS" Isaías 41:10
Diz um velho ditado "com as botas do meu pai, eu sou um homem", querendo dizer que, com a força do Todo Poderoso, seremos mais que vencedores.
De fato, nós, os filhos da Luz, também podemos dizer confiadamente: - "à sombra do Onipotente Deus descansaremos seguros, por que Ele nos livrará do laço do passarinheiro (Satanás), da peste perniciosa, do espanto noturno, da seta traiçoeira que voa durante o dia, da mortandade que assola o mundo; dez mil cairão à nossa direita, mas nós (os filhos do céu) não seremos atingidos, porque o Deus do céu é o nosso refúgio, o nosso Castelo Forte, a nossa habitação" (Salmo 91).
"Eu sou o teu Deus, eu te esforço e te ajudo, eu te sustento com a destra da minha justiça... eu te tomo pela mão direita e te digo: não temas" (Isaías 41:10, 13).
Não sei quem, neste dia, lerá estas palavras de fé e de consolação, mas "rogo-vos, pela compaixão de Deus" que as tomem como "bálsamo" para as vossas feridas, antigas ou de hoje. Estas são as palavras de Deus para que tu confies e tenhas vida e vida feliz e eterna.
Jesus sabe o que é o sofrimento e, por isso, não só pode compreender-te, como pode e quer ajudar-te a passar o vale da angústia, do meio da noite tenebrosa para a aurora da manhã e para a plenitude da Sua luz.
Não pasmes, nem te espantes. Esta é a verdade de Deus. Estende as tuas mãos para Jesus, com fé, abre bem o teu coração e Ele te dará o consolo, a bênção e a paz que tu precisas.
EXPERIMENTE AGORA!
Quando o silêncio é eloqüência!!!
Depois daquela voz, achou-Se Jesus sozinho. Eles calaram-se e, naqueles dias, a ninguém contaram coisa alguma do que tinham visto. Lucas 9:36
Os historiadores contam que, na noite que precedia uma grande batalha, os oficiais de Napoleão iam todos, um a um, à tenda de seu comandante. Era uma estranha procissão aquela, pois ninguém dizia uma palavra na presença de Napoleão. Cada homem apenas olhava nos olhos de seu comandante, apertava-lhe a mão, e então saía da tenda pronto a depor a vida por seu amado general.
Um dia, Jesus subiu ao Monte Tabor, acompanhado de Pedro, Tiago e João. Os discípulos, com certeza, não estavam preparados para o que iria acontecer ali. Embora estivessem com muito sono, conseguiram ficar de olhos abertos e viram algo do qual jamais se esqueceriam. Eles viram a glória em que apareceram Moisés e Elias, e então foram todos envolvidos por uma nuvem. “E dela veio uma voz, dizendo: Este é o Meu Filho, o Meu eleito; a Ele ouvi” (Lc 9:35). Quando a voz falou e a nuvem se retirou, Moisés e Elias haviam desaparecido. Lucas então nos diz que os discípulos se calaram e não contaram a ninguém do que tinham visto.
Há certas experiências para as quais as palavras são inadequadas. Como traduzir em palavras, por exemplo, o que os pais sentem ao ver o seu primeiro filho recém-nascido?
Que palavras poderão ser ditas para confortar alguém que perdeu o marido, a esposa ou um filho? E ainda mais impressionante: o que dizer após estar na presença do Deus vivo? Os discípulos se calaram, e esta foi a reação apropriada.
Ralph Harper escreveu: “As coisas sérias precisam ser feitas em silêncio. Em silêncio os homem amam, oram, compõem, pintam, escrevem, pensam, e sofrem.”
Muitos de nós tememos o silêncio. Sentimo-nos desconfortáveis quando a conversa acaba.
Absorvemos e vivemos em uma cultura que nos impõe uma lei da física: a "força da reação", ela fala sobre uma reação contrária e com a mesma intensidade, assim agimos com nossos semelhantes - Reagimos instantaneamente às ofensas, agressões e maus-tratos... Devemos praticar a Lei do Amor que o Senhor nos ensinou e amar áqueles que nos tratam mal, pois é nossa integridade espiritual que devemos lutar para manter, é ela que aproxima de Deus e não devemos esmorecer nesta luta.
“Se vos forem dirigidas palavras impacientes, nunca respondais no mesmo tom. Lembrai-vos de que ‘a resposta branda desvia o furor’ (Pv 15:1). Há um poder maravilhoso no silêncio” (A Ciência do Bom Viver, p. 486).
“As coisas reveladas são para nós e nossos filhos, mas quanto às não reveladas, e que não têm que ver com nossa salvação, o silêncio é eloquência” (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 25).
Há tempo de parar de falar e ouvir em silêncio a voz de Deus.
Culto Familiar.
“À tarde , pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz.” Salmos 55.17
A realização do Culto Familiar pode mudar radicalmente a estrutura do sistema familiar. Uma família que antes só se preocupava em adquirir coisas, ou em ficar mais culta ou mais conhecida, agora passa a se preocupar com o que vem depois desta vida, e coloca Deus em primeiro lugar. E isto muda todo o “clima” da casa.
Foi Jesus mesmo quem prometeu que se buscarmos em primeiro lugar o Seu reino e Sua justiça, “todas as outras coisas” nos “serão acrescentadas”. Mat. 6:33. A simples busca por “todas as outras coisas” pode trazer uma inquietação interior que tende a enfraquecer os relacionamentos familiares, simplesmente porque vai faltar tempo para estes relacionamentos.
Mas a busca pelo Reino de Deus, produz paz, saúde e alegria, mesmo quando as coisas aqui deste lado não vão lá tão bem... isto porque a gente sabe que estas coisas daqui não vão durar para sempre – no máximo 80 ou 90 anos, como diz o salmista.
Existem realidades eternas, duráveis, às quais vale a pena buscar, porque vamos passar nelas a maior e melhor parte da vida – toda a eternidade!! Buscar em primeiro lugar o reino de Deus nos faz ver as coisas na sua verdadeira perspectiva.
Então, sair de casa correndo pela manhã, sem ter unido a família ao trono de Deus é uma tola inversão de valores. A noite dormir sem reunir a família e buscar a presença de Deus, é trocar o eterno pelo passageiro, a realidade pela fantasia, e o durável pelo transitório! Os filhos precisam saber quais são nossas prioridades. Eles descobrem isso não pelo nosso discurso, mas ao observar nossas atitudes.
Está difícil achar um horário onde toda a família vai se reunir para o culto familiar, sentem juntos, conversem sobre o assunto, e encontrem um tempo para que o Deus seja prioridade na sua casa.
E você já pensou no que é, afinal, a coisa mais importante para você? É o estudo, o lazer, o trabalho ou o salário? Se são estas outras coisas que determinam a sua agenda, Deus não pode ocupar o primeiro lugar.
E os filhos percebem... e aprendem que Deus deve ser buscado apenas se sobra tempo. E Satanás vai dar um jeito para que o tempo não sobre. E aí, nunca sobra mesmo, e a vida se torna em uma loucura! E viva a correria, até que a morte aquieta tudo – e aí o tempo sobra – mas então já é tarde!
Por: Pr. Elieser Vargas ( Departamental de Lar e Família ANP)
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