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O Boletim Informativo esta de volta! 02.03.13

Olá gente, depois de algum tempo sem postarmos devido a problemas particulares estamos de volta com nosso Boletim Informativo, sei que estavam com saudades e por isso prometemos que não mais ficaremos tanto tempo ausentes, vamos lá, boa leitura!



Boletim Informativo - 15.09.2012

Feliz Sábado pessoal!!
Apresentamos mais um Boletim Informativo, lembrando que hoje é o DIA DO JOVEM ADVENTISTA! Parabéns a todos os jovens adventistas e esperamos que que todos os jovens do mundo possam abraçar com amor e alegria o evangelho de nosso Senhor Jesus! Que as informações possam ser de bom proveito para todos, que o Senhor os abençoe:





A Roupa da Mulher Adventista – Administrando os Recursos Divinos


Vivemos em um mundo que investe fortemente na lógica do descartável. Nós, mulheres, somos muitas vezes mais afetadas por essa lógica consumista, principalmente no que diz respeito a roupas e sapatos. A indústria da moda produz novos modelos para cada uma das quatro estações, e a roupa usada no inverno passado já não serve para o deste ano, não é mais tendência!
Contudo, apesar de estarmos imersos nessa cultura, nós, enquanto mulheres adventistas precisamos assumir uma postura diferente, uma postura segundo a vontade de Deus! E qual é a vontade de Deus quanto ao nosso investimento financeiro no vestir?
“[…] mas, minhas irmãs, quando comprardes e fizerdes vossos vestidos e de vossos filhos, pensai no trabalho ainda por fazer na vinha do Senhor. É justo comprar fazenda boa, e confeccionar cuidadosamente o vestido. Isto é economia. Mas ricos enfeites não são necessários, e condescender quanto a isto é gastar para satisfação egoísta o dinheiro que devia ser empregado na causa do Senhor.” Mensagem aos Jovens, p. 313 e 314
Devemos ter sempre em mente que nada do que temos nos pertence. Tudo o que temos é de Deus. Ele nos institui mordomos de seus recursos, e nos dá a oportunidade de administrá-los para a obra que nos comissionou. Como temos administrado esses recursos?
“Simplicidade e singeleza devem assinalar as habitações e vestuário de todos os que crêem nas solenes verdades, para este tempo. Todos os meios desnecessariamente gastos em vestuário ou no adorno de nossa casa, são um desperdício do dinheiro do Senhor. É defraudar a causa de Deus para satisfazer ao orgulho. Testimonies, vol. 5, pág. 189.” Mensagem aos Jovens, p. 315
“O amor à exibição produz a extravagância, e em muitos jovens mata a aspiração para uma vida mais nobre. Em vez de procurar educação, cedo demais se empenham nalguma ocupação a fim de ganhar dinheiro para satisfazer à paixão do vestir. E por meio desta paixão muita jovem é seduzida à ruína. Educação, pág. 247.” Mensagem aos Jovens, p. 315
Vivemos no Tempo do Fim. Já podemos ouvir os passos de um Deus que se aproxima. Deus precisa de um povo que cumpra com a ordem do “Ide” de forma eficaz. “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” Mt. 24:14. “O Senhor ordenou a Seu povo sair do mundo e ser separado. Roupas resplandecentes e custosas não assentam nos que acreditam estarmos vivendo nos últimos dias da graça.” Mensagem aos Jovens p. 313
Artigo extraído do Blog Mulher Adventista.

Sacrificando os próprios filhos



Uma notícia surpreendente corre solta pelas ruas de Jerusalém, capital de Judá. O rei Acaz irá participar do cerimonial a Moloque, um deus amonita. Entre os servos da família real, o semblante desolado revela o sentimento de perda e frustração. Entretanto, nada podem fazer.
Finalmente chega o dia. Abrem-se os portões e a carruagem real deixa o palácio, seguindo rumo ao vale de Hinon, nos arredores da capital. Lá no vale, o local está ornamentado com um aparato todo especial, os altares erguidos debaixo de frondosas árvores, estão repletos de oferendas de toda espécie, a comitiva real é recebida com festa, o cerimonial vai começar.
Músicas, danças e falsas predições fazem parte do ritual. Após um breve intervalo, o sacerdote apregoa a participação do rei, louvando-o pelo gesto e justificando ser extremamente necessário que tal ato ocorra para o próprio bem estar da nação.
Então o rei, após proferir algumas palavras que o sacerdote lhe dirige, entrega seu próprio filho para ser oferecido como sacrifício a Moloque. Os tambores começam a rufar mais forte, flautas, cítaras, harpas e trombetas acompanham com uma música provocante, contagiante, deixando os presentes completamente extasiados. Nesse clima emocional, o sacerdote recebe dos braços do próprio rei a oferenda e caminha ao encontro de uma figura repulsiva que sem piedade consumia suas oferendas. A criança, percebendo o seu sinistro destino se debate e chora de medo e pavor. O sacerdote se aproxima o máximo que pode e lança o menino nos braços de Moloque. Contorcendo-se de dores atrozes ela clama por socorro, mas ninguém a acorde. Os tambores abafam os gritos de desespero e agonia. O espetáculo é horrível, cenas deprimentes que causam indignação e resolva. O cerimonial acabou.
A carruagem retorna para o palácio num silêncio que só é quebrado pelo trotar dos cavalos. O rei Acaz está triste, porém muito esperançoso.
Embora este fato tenha acontecido há milhares de anos, ainda hoje as crianças são oferecidas diariamente a satanás. E o mais aterrador é que pais cristãos estão participando de tão cruel ritual.
Sacrificamos nossos filhos quando permitimos que os mesmos passem horas diante da televisão assistindo programas que destroem a alma com a mesma intensidade como o fogo de Moloque consumia sua oferenda. Sacrificamos nossos filhos quando os matriculamos em escolas cuja única preocupação é preparar bons profissionais para servirem à sociedade, sem se preocupar com a educação para a eternidade. Entregamos nossos filhos a Moloque quando deixamos de nos preocupar a respeito de suas amizades, com quem estão se envolvendo, por onde andam, o que estão fazendo. Sacrificamos nossos filhos quando negligenciamos o altar da família que é o culto familiar. Sacrificamos nossos filhos quando deixamos de interceder diariamente por eles.
Não temos outra saída. Ou colocamos nossos filhos sobre o altar do Senhor como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, ou satanás se encarregará de tomar conta deles.
O futuro deles também depende de você. Pense nisso.
(Autor: Juracy Santiago Castelo)
Extraído do Blog do Amilton Meneses

Como proteger seus filhos na internet


Você sabe por onde seus filhos navegam na internet? Você sabe como saber por onde seus filhos navegam na internet? E sabe como orientá-los para navegar na internet? Se sua resposta foi “não” a pelo menos uma das três perguntas, você não pode deixar de ler Como Proteger Seus Filhos na Internet (Editora Novo Conceito, 246 páginas). E mesmo que sua resposta tenha sido “sim”, ainda vale a pena ler. O autor, Gregory S. Smith, é vice-presidente e diretor executivo de informação do Departamento de TI da World Wildlife Fund, em Washington, DC, e professor-adjunto nos programas de pós-graduação em negócios e educação na School of Professional Studies, na Johns Hopkins University. Além disso, é especialista na área da tecnologia e pai de dois filhos adolescentes. Resumindo: ele é a pessoa certa para escrever o que escreveu.

Para Smith, deixar a criança diante de um computador com acesso à internet, sem qualquer tipo de monitoração, é a mesma coisa que colocá-la numa esquina e não ficar vendo o que acontece. Em seu livro, ele apresenta os riscos da internet, inclui detalhes de tragédias recentes do mundo real (inclusive um diálogo explícito mantido entre um predador sexual e uma adolescente, o que torna a leitura não recomendável para crianças) e revela alguns segredos das atividades on-line.

Smith começa chamando a atenção dos pais: “Não tenha medo de ser pai/mãe. Alguns pais com quem conversei estão mais interessados em ser o melhor amigo dos filhos. Às vezes, é importante desempenhar os dois papeis, mas os pais nunca deveriam se esquecer do fato de que têm a obrigação e a responsabilidade de agir como pais e de proteger seus filhos” (p. 22). Em alguns momentos, o livro se torna até técnico, mas o autor justifica essa necessidade pelo fato de que, “quando os jovens atingem a idade dos 14 ou 15 anos, já terão ultrapassado completamente seus pais no que diz respeito ao conhecimento de informática e internet. Se não forem monitoradas, essas crianças podem entrar em confusão, quer queiram, quer não. Os pais têm a obrigação e o direito de criar, educar e proteger seus filhos contra os riscos associados à internet” (p. 70). E para protegê-los, precisam estar bem informados.

Smith descreve programas de monitoração, dá dicas de utilização e afirma, sobretudo, que o melhor caminho é conversar abertamente com os filhos sobre os riscos associados à internet, firmando com eles, inclusive, um contrato de uso dos equipamentos com os quais navegam na rede (computadores, PDAs e celulares – aliás, segundo ele, nenhuma criança deveria ter celular com acesso à internet).

No último capítulo, o autor defende a ideia de que “ser pai ou mãe significa fazer a correta mescla de amor, aprendizado, instrução e firmeza”. Imagino que amor você já tenha de sobra. Mas se precisa de informação para aplicar os outros elementos da mescla, Como Proteger Seus Filhos na Internet certamente poderá ajudá-lo(a).

Michelson Borges
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