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O que é adoração?
Estou certo que todos os que estão lendo esse texto já ouviram um milhão de definições diferentes de adoração. Porém, creio que é sempre bom colocar um novo foco em nossa forma de pensar para nos mantermos afiados. No passado, meu conceito sobre adoração era totalmente centralizado em música. Adoração, para mim, era sempre a música antes da pregação ou as músicas lentas depois do "louvor". Pensava que adoração era um tempo de cantar, tocar instrumentos e erguer minhas mãos ao Senhor. Esse tempo gasto em Sua presença era grandioso. Não posso negar que Ele realmente habitasse nesses louvores. Porém, quando a música terminava e o período de adoração acabava, era hora de ofertar, ouvir a palavra e viver o resto da semana. Para a maioria de nós, a adoração tem esse espaço em nossas vidas. Se foi devido à nossas agendas cheias, hábitos formados ou falta de ensino apropriado que isso aconteceu eu não sei, mas a adoração foi compartimentada e definida como algo que não corresponde a realidade. Adoração não é apenas uma canção. Não é somente dança. Não é apenas uma preparação para a pregação. Não é um mandamento. Adoração é uma resposta. O dicionário online webster oferece três grandes definições de adoração:
- Ato de adorar, especialmente reverentemente;
- Considerar com grande temor e devoção;
- Sentir um amor profundamente dedicado.
A adoração é uma resposta ao amor. Se amamos alguém, isso afeta nossos pensamentos, nossas ações, e nossos corações. Atos de adoração são uma resposta a esses efeitos. Se nós realmente adoramos reverentemente ao Senhor, isso afeta muito mais que cantarmos ou a forma com que cantamos. Esse amor enche nossa vida até ao ponto que em que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, em dança, ao ofertar, em como nos conduzimos nos nossos empregos, em como tratamos outras pessoas, e em como vivemos nossas vidas. Romanos 12:1 ensina-nos que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração. Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvor a Ele. E como a Palavra promete, Deus habita em meio aos louvores de Seu povo. Eu estou preparado para Deus habitar continuamente em minha vida.
Escrito por Jeremiah Bowser
A quem adoramos - Parte 2
Ídolos contemporâneos - Desde a entrada do pecado no mundo, as pessoas têm sido tentadas a colocar alguém ou alguma coisa no lugar de Deus. O panorama da história humana é cheio (alguém quase poderia dizer dominado) por figuras de deuses moldadas pelos antigos, que criaram um deus para cada aspecto da vida. Essa tentação era tão poderosa que o próprio povo do concerto de Deus foi seduzido por ela, levando os profetas a denunciá-la com forte linguagem e às vezes ironia mordaz.
O profeta Jeremias convida os israelitas a considerar o que eles estavam fazendo. Diz: "Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, portanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem. Ninguém há semelhante a Ti, ó Senhor; Tu és grande, e grande é o poder do Teu nome. ... Portanto, entre todos os sábios das nações e em todo o seu reino, ninguém há de semelhante a Ti" (Jeremias 10:5-7).
Numa demonstração de erro monumental, os seres humanos, criados por Deus à Sua imagem, tornaram-se artífices de deuses feitos à sua própria imagem. A maior ironia é que aqueles que fabricaram esses deuses então se curvaram diante deles em adoração, numa inversão completa da intenção do Criador.
Embora o mundo hoje tenha se tornado sofisticado, a tentação de permitir algo no lugar do verdadeiro Deus ainda existe entre nós. As escolhas de hoje podem ser a busca persistente de poder, fama, glória terrena, auto-admiração, riqueza ou outra das atrações em voga atualmente, mas o efeito é o mesmo: substituir e distorcer o desejo que Deus colocou em nós de adora-lO. Freqüentemente exaltamos as coisas utilitárias na vida; e, quando elevadas acima de nossa dedicação a Deus, elas se tornam ídolos, os falsos deuses de nossa época.
Verdadeira adoração - Perguntamos a nós mesmos: "O que realmente significa adorar? A adoração se resume em desempenhar um ato dedicado a Deus?" Sem dúvida, a verdadeira adoração inclui atos. Desde o começo, Deus instituiu serviços específicos através dos quais o povo iria a Ele em adoração. Durante o êxodo, Ele esboçou em grandes detalhes um tabernáculo onde Seu povo pudesse se aproximar dEle, com cultos ordeiros idealizados para ensiná-lo sobre Sua majestade e Sua provisão para salvar todos os que fossem a Ele com fé.
Essa adoração não devia fluir apenas por canais étnicos estreitos. Através do profeta Isaías, vislumbrávamos a proporção do amplo convite divino: "Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, ... também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no Meu altar, porque a Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. Assim diz o Senhor" (Isaías 56:6-8). Este ideal encontra cumprimento na divulgação do evangelho por todo o mundo. O Messias prometido veio, e Seu ministério de salvação é estendido a todas as pessoas.
Mas o próprio Jesus reconduziu-nos a um tema encontrado anteriormente nos lábios dos servos de Deus, os profetas. Enquanto a adoração certamente inclui o ir diante de Deus de maneira ordeira, oferecendo louvores, dobrando nossos joelhos e apresentando-Lhe ofertas, outro elemento indispensável da verdadeira adoração aparece ainda mais cedo: a submissão do coração a Ele. Esta lição aparece repetidamente nos eventos e ensinos de Jesus. As moedinhas da viúva eram uma doação monumental não por causa de seu valor monetário, mas devido à completa dedicação prévia de seu coração a Deus. As lições de Jesus junto ao portão do Templo recordam-nos, de novo, que a adoração realmente apropriada começa com uma resposta de gratidão a Deus. A menos que entendamos este princípio, toda as cerimônias de religião mecânica chegam impotentes a Ele. Seu primeiro desejo é ver-nos aceitar o gentil convite do Espírito para ir a Ele com o coração e toda a vida. Este tipo de culto chega a Deus como incenso diante de Seu trono.
Por que adorar? - Outra pergunta nos confronta no mundo cada vez mais secularizado de hoje: "Por que deveríamos adorar a Deus?" Nossa resposta pode ser simples: "Por causa de quem Ele é." É somente porque Deus de revelou a nós que podemos conhecê-lO. Sem isso, não teríamos nada mais do que especulação, a qual nos deixa incertos quanto a quem somos, de onde viemos e para onde vamos. É exatamente ao responder a essas questões que chegamos a compreender o que mais importa hoje.
Através de seus comentários sobre a maneira como Deus vê as atividades humanas ao longo da história, as Escrituras nos informam sobre a pessoa de Deus. Surgimos como criaturas de Deus, objetos de Seu interesse, Seu povo redimido, para quem Ele tem um plano eterno. Ele mesmo veio viver entre nós para mostrar-nos o caminho; e, de acordo com Suas promessas, logo irá retornar.
Ele é o Deus que fala, a quem contemplamos como todo-poderoso e onisciente, o santo, cujo caráter é o padrão para medir e definir a justiça e a própria idéia de certo e errado. Ao mesmo tempo, encontramos nEle graça, ternura, compaixão e um intenso interesse em cada aspecto de nossa vida. Seu amor é de uma qualidade que lutamos para entender, um tipo de amor que levaria Cristo a rebaixar-Se ao nosso status e a pagar um inimaginável sacrifício em nosso favor, a fim de resgatar-nos do cativeiro do pecado. De fato, Deus é muito mais do que um belo e fantástico ideal, pois Ele entrou na História e, como diz o apóstolo João, "vimos a Sua glória".
No fim, uma escolha decisiva se coloca diante de nós: se a nossa vida será entregue à busca do eu, para desenvolver e desfrutar o melhor que as circunstâncias permitirem, ou devolvida ao altar de nosso magnificente Criador. O assunto tem conseqüências cósmicas, pois representa a decisão entre afirmar a independência humana de Deus e apresentar alegremente a nós mesmos como Seus dispostos servos. Justificadamente damos atenção à natureza cósmica do assunto da adoração. Foi no próprio céu que Lúcifer suscitou a controvérsia quanto a quem deveria receber a honra, reconhecimento e adoração. Novamente, quando o Cristo encarnado enfrentou Lúcifer no deserto da Judéia no começo de Seu ministério, a mesma questão surgiu. Lúcifer ofereceu o que parecia ser uma grande recompensa se Jesus apenas o adorasse. Jesus rejeitou veementemente essa tentação. Motivo? A questão tinha a ver com a própria essência da natureza de Deus e do Universo. Somente Ele merece adoração.
A profecia diz-nos que, à medida que mos aproximamos do fim da História, a mesma questão fundamental irá retornar: quem nós adoramos? Em um último convite a um mundo em rebelião, Deus envia mensagens através de três anjos. Na mensagem do primeiro anjo está inserido o chamado para adorar a Deus como o Criador dos céus e da Terra. O Criador é também nosso Redentor; ambos juntam-Se na pessoa de Cristo, levado a toda a humanidade na mensagem do evangelho. No conflito final descrito no livro do Apocalipse, encontramos um povo fiel a Deus, notável porque, apesar da enorme pressão para ceder, ele permanece leal ao Criador.
Quem nós adoramos? Nosso maravilhoso Senhor. Nossa tarefa hoje é apresenta-lO em toda a Sua maravilha a um mundo que necessita desesperadamente conhece-lO. Essa é nossa tarefa, mas, acima de tudo, nosso privilégio. E o fruto da verdadeira adoração traz um convite vivo para os outros se unirem a nós em nossa peregrinação para o reino. Ali, nós e todos os que vierem a conhecê-lO e a amá-lO iremos contempla-lO face a face e desfrutar a alegria de apresentar nossa adoração a Ele por toda a eternidade.
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O profeta Jeremias convida os israelitas a considerar o que eles estavam fazendo. Diz: "Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, portanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem. Ninguém há semelhante a Ti, ó Senhor; Tu és grande, e grande é o poder do Teu nome. ... Portanto, entre todos os sábios das nações e em todo o seu reino, ninguém há de semelhante a Ti" (Jeremias 10:5-7).
Numa demonstração de erro monumental, os seres humanos, criados por Deus à Sua imagem, tornaram-se artífices de deuses feitos à sua própria imagem. A maior ironia é que aqueles que fabricaram esses deuses então se curvaram diante deles em adoração, numa inversão completa da intenção do Criador.
Embora o mundo hoje tenha se tornado sofisticado, a tentação de permitir algo no lugar do verdadeiro Deus ainda existe entre nós. As escolhas de hoje podem ser a busca persistente de poder, fama, glória terrena, auto-admiração, riqueza ou outra das atrações em voga atualmente, mas o efeito é o mesmo: substituir e distorcer o desejo que Deus colocou em nós de adora-lO. Freqüentemente exaltamos as coisas utilitárias na vida; e, quando elevadas acima de nossa dedicação a Deus, elas se tornam ídolos, os falsos deuses de nossa época.
Verdadeira adoração - Perguntamos a nós mesmos: "O que realmente significa adorar? A adoração se resume em desempenhar um ato dedicado a Deus?" Sem dúvida, a verdadeira adoração inclui atos. Desde o começo, Deus instituiu serviços específicos através dos quais o povo iria a Ele em adoração. Durante o êxodo, Ele esboçou em grandes detalhes um tabernáculo onde Seu povo pudesse se aproximar dEle, com cultos ordeiros idealizados para ensiná-lo sobre Sua majestade e Sua provisão para salvar todos os que fossem a Ele com fé.
Essa adoração não devia fluir apenas por canais étnicos estreitos. Através do profeta Isaías, vislumbrávamos a proporção do amplo convite divino: "Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, ... também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no Meu altar, porque a Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. Assim diz o Senhor" (Isaías 56:6-8). Este ideal encontra cumprimento na divulgação do evangelho por todo o mundo. O Messias prometido veio, e Seu ministério de salvação é estendido a todas as pessoas.
Mas o próprio Jesus reconduziu-nos a um tema encontrado anteriormente nos lábios dos servos de Deus, os profetas. Enquanto a adoração certamente inclui o ir diante de Deus de maneira ordeira, oferecendo louvores, dobrando nossos joelhos e apresentando-Lhe ofertas, outro elemento indispensável da verdadeira adoração aparece ainda mais cedo: a submissão do coração a Ele. Esta lição aparece repetidamente nos eventos e ensinos de Jesus. As moedinhas da viúva eram uma doação monumental não por causa de seu valor monetário, mas devido à completa dedicação prévia de seu coração a Deus. As lições de Jesus junto ao portão do Templo recordam-nos, de novo, que a adoração realmente apropriada começa com uma resposta de gratidão a Deus. A menos que entendamos este princípio, toda as cerimônias de religião mecânica chegam impotentes a Ele. Seu primeiro desejo é ver-nos aceitar o gentil convite do Espírito para ir a Ele com o coração e toda a vida. Este tipo de culto chega a Deus como incenso diante de Seu trono.
Por que adorar? - Outra pergunta nos confronta no mundo cada vez mais secularizado de hoje: "Por que deveríamos adorar a Deus?" Nossa resposta pode ser simples: "Por causa de quem Ele é." É somente porque Deus de revelou a nós que podemos conhecê-lO. Sem isso, não teríamos nada mais do que especulação, a qual nos deixa incertos quanto a quem somos, de onde viemos e para onde vamos. É exatamente ao responder a essas questões que chegamos a compreender o que mais importa hoje.
Através de seus comentários sobre a maneira como Deus vê as atividades humanas ao longo da história, as Escrituras nos informam sobre a pessoa de Deus. Surgimos como criaturas de Deus, objetos de Seu interesse, Seu povo redimido, para quem Ele tem um plano eterno. Ele mesmo veio viver entre nós para mostrar-nos o caminho; e, de acordo com Suas promessas, logo irá retornar.
Ele é o Deus que fala, a quem contemplamos como todo-poderoso e onisciente, o santo, cujo caráter é o padrão para medir e definir a justiça e a própria idéia de certo e errado. Ao mesmo tempo, encontramos nEle graça, ternura, compaixão e um intenso interesse em cada aspecto de nossa vida. Seu amor é de uma qualidade que lutamos para entender, um tipo de amor que levaria Cristo a rebaixar-Se ao nosso status e a pagar um inimaginável sacrifício em nosso favor, a fim de resgatar-nos do cativeiro do pecado. De fato, Deus é muito mais do que um belo e fantástico ideal, pois Ele entrou na História e, como diz o apóstolo João, "vimos a Sua glória".
No fim, uma escolha decisiva se coloca diante de nós: se a nossa vida será entregue à busca do eu, para desenvolver e desfrutar o melhor que as circunstâncias permitirem, ou devolvida ao altar de nosso magnificente Criador. O assunto tem conseqüências cósmicas, pois representa a decisão entre afirmar a independência humana de Deus e apresentar alegremente a nós mesmos como Seus dispostos servos. Justificadamente damos atenção à natureza cósmica do assunto da adoração. Foi no próprio céu que Lúcifer suscitou a controvérsia quanto a quem deveria receber a honra, reconhecimento e adoração. Novamente, quando o Cristo encarnado enfrentou Lúcifer no deserto da Judéia no começo de Seu ministério, a mesma questão surgiu. Lúcifer ofereceu o que parecia ser uma grande recompensa se Jesus apenas o adorasse. Jesus rejeitou veementemente essa tentação. Motivo? A questão tinha a ver com a própria essência da natureza de Deus e do Universo. Somente Ele merece adoração.
A profecia diz-nos que, à medida que mos aproximamos do fim da História, a mesma questão fundamental irá retornar: quem nós adoramos? Em um último convite a um mundo em rebelião, Deus envia mensagens através de três anjos. Na mensagem do primeiro anjo está inserido o chamado para adorar a Deus como o Criador dos céus e da Terra. O Criador é também nosso Redentor; ambos juntam-Se na pessoa de Cristo, levado a toda a humanidade na mensagem do evangelho. No conflito final descrito no livro do Apocalipse, encontramos um povo fiel a Deus, notável porque, apesar da enorme pressão para ceder, ele permanece leal ao Criador.
Quem nós adoramos? Nosso maravilhoso Senhor. Nossa tarefa hoje é apresenta-lO em toda a Sua maravilha a um mundo que necessita desesperadamente conhece-lO. Essa é nossa tarefa, mas, acima de tudo, nosso privilégio. E o fruto da verdadeira adoração traz um convite vivo para os outros se unirem a nós em nossa peregrinação para o reino. Ali, nós e todos os que vierem a conhecê-lO e a amá-lO iremos contempla-lO face a face e desfrutar a alegria de apresentar nossa adoração a Ele por toda a eternidade.
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Senhor Jesus
EM TUA PRESENÇA
CONVIDAMOS VOCÊ PARA UM EVENTO MUITO ESPECIAL, DIA 29 DE AGOSTO DE 2010, A PARTIR DAS 19:00H NA IASD LIBERDADE... SEU CORAÇÃO SERÁ IMPACTADO!
O ser humano foi criado para viver e respirar numa atmosfera de adoração e louvor ao seu Criador. O influxo permanente do poder divino deveria ser mantido pela expressão permanente dum alegre e humilde louvor ao seu Criador. O Vínculo da benção através da obediência foi quebrado pelo pecado e silenciou a comunhão cheia de louvor existente entre o ser humano e Deus, introduzindo o egocentrismo, a auto compaixão e a insatisfação (Gn 3.9-12). Porém agora há salvação e vida em Cristo e, depois de receber a Jesus como Salvador, a vida diária nos convida à oração e a Palavra nos direciona à comunhão e à sabedoria no viver. Porém o nosso apresentar-se diário diante de Deus deve ser com louvor: “Entrai pelas portas dele, com louvor e em seus átrios, com hinos.” Sl 100.4 - O louvor deve tomar conta de todo o nosso ser.
1. “Judá” significa “Louvor”
"De novo concebeu e deu à luz um filho; então, disse: Esta vez louvarei o SENHOR. E por isso lhe chamou Judá; e cessou de dar à luz." Gn 29.35
1. “Judá” significa “Louvor”
"De novo concebeu e deu à luz um filho; então, disse: Esta vez louvarei o SENHOR. E por isso lhe chamou Judá; e cessou de dar à luz." Gn 29.35
Jacó transmite a Judá a maior benção e este terá autoridade real e legal,além de trazer o Messias ao mundo.
2. O louvor cura os “tempos secos” .
"Dali partiram para Beer; este é o poço do qual disse o SENHOR a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água. Então, cantou Israel este cântico: Brota, ó poço! Entoai-lhe cânticos!" Nm 21.16,17
"Dali partiram para Beer; este é o poço do qual disse o SENHOR a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água. Então, cantou Israel este cântico: Brota, ó poço! Entoai-lhe cânticos!" Nm 21.16,17
Em tempos de pressão, ansiedade ou depressão, junte-se ao povo de Deus em louvor.
3. Poder da unidade do louvor.
"E quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram para se fazerem ouvir, para louvarem o SENHOR e render-lhe graças; e quando levantaram eles a voz com trombetas, címbalos e outros instrumentos músicos para louvarem o SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a casa, a saber, a Casa do SENHOR, se encheu de uma nuvem." 2Cr 5.13 Há poder no louvor, na gratidão e na música.
4. O Louvor gera vitória.
"Dai ouvidos, todo o Judá e vós, moradores de Jerusalém, e tu, ó rei Josafá, ao que vos diz o SENHOR. Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus. Amanhã, descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz; encontrá-los-eis no fim do vale, defronte do deserto de Jeruel. Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará, ó Judá e Jerusalém. Não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco. Então, Josafá se prostrou com o rosto em terra; e todo o Judá e os moradores de Jerusalém também se prostraram perante o SENHOR e o adoraram. Dispuseram-se os levitas, dos filhos dos coatitas e dos coreítas, para louvarem o SENHOR, Deus de Israel, em voz alta, sobremaneira. Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém! Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis. Aconselhou-se com o povo e ordenou cantores para o SENHOR, que, vestidos de ornamentos sagrados e marchando à frente do exército, louvassem a Deus, dizendo: Rendei graças ao SENHOR, porque a sua misericórdia dura para sempre. Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o SENHOR emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados" 2Cr 20.15-22 - Quando estavam diante dos inimigos, os levitas respondiam à Palavra com um louvor exuberante; a vitória vinha em seguida.
5. O louvor interrompe o avanço da iniqüidade.
"Eis que o ímpio está com dores de iniqüidade; concebeu a malícia e dá à luz a mentira. Abre, e aprofunda uma cova, e cai nesse mesmo poço que faz. A sua malícia lhe recai sobre a cabeça, e sobre a própria mioleira desce a sua violência. Eu, porém, renderei graças ao SENHOR, segundo a sua justiça, e cantarei louvores ao nome do SENHOR Altíssimo." Sl 7.14-17
3. Poder da unidade do louvor.
"E quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram para se fazerem ouvir, para louvarem o SENHOR e render-lhe graças; e quando levantaram eles a voz com trombetas, címbalos e outros instrumentos músicos para louvarem o SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a casa, a saber, a Casa do SENHOR, se encheu de uma nuvem." 2Cr 5.13 Há poder no louvor, na gratidão e na música.
4. O Louvor gera vitória.
"Dai ouvidos, todo o Judá e vós, moradores de Jerusalém, e tu, ó rei Josafá, ao que vos diz o SENHOR. Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus. Amanhã, descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz; encontrá-los-eis no fim do vale, defronte do deserto de Jeruel. Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará, ó Judá e Jerusalém. Não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco. Então, Josafá se prostrou com o rosto em terra; e todo o Judá e os moradores de Jerusalém também se prostraram perante o SENHOR e o adoraram. Dispuseram-se os levitas, dos filhos dos coatitas e dos coreítas, para louvarem o SENHOR, Deus de Israel, em voz alta, sobremaneira. Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém! Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis. Aconselhou-se com o povo e ordenou cantores para o SENHOR, que, vestidos de ornamentos sagrados e marchando à frente do exército, louvassem a Deus, dizendo: Rendei graças ao SENHOR, porque a sua misericórdia dura para sempre. Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o SENHOR emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados" 2Cr 20.15-22 - Quando estavam diante dos inimigos, os levitas respondiam à Palavra com um louvor exuberante; a vitória vinha em seguida.
5. O louvor interrompe o avanço da iniqüidade.
"Eis que o ímpio está com dores de iniqüidade; concebeu a malícia e dá à luz a mentira. Abre, e aprofunda uma cova, e cai nesse mesmo poço que faz. A sua malícia lhe recai sobre a cabeça, e sobre a própria mioleira desce a sua violência. Eu, porém, renderei graças ao SENHOR, segundo a sua justiça, e cantarei louvores ao nome do SENHOR Altíssimo." Sl 7.14-17
O louvor voluntário, sincero, poderoso e audível terá a presença de Jesus, afastando o desejo de identificar-se com atos, pensamentos ou ações pecaminosas.
6. O Louvor leva-nos a olhar para Deus.
"Invoco o SENHOR, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos." Sl 18.3
6. O Louvor leva-nos a olhar para Deus.
"Invoco o SENHOR, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos." Sl 18.3
O louvor dirigido a ele, que é digno, reflete Deus.
7. Louvor, o caminho para a presença de Deus.
"Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel. Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste." Sl 22.3,4
7. Louvor, o caminho para a presença de Deus.
"Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel. Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste." Sl 22.3,4
O louvor quanto parte de um coração puro, traz a presença de Deus.
8. Cante louvores com entendimento.
"Deus é o Rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico." Sl 47.7
"Deus é o Rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico." Sl 47.7
Quando cantamos louvores com entendimento (inteligência, sabedoria), estamos testemunhando o amor de Deus por nós e o nosso amor a Deus.
9. O Louvor libera bênçãos e satisfação.
"Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água. Assim, eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória. Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam. Assim, cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome, levanto as mãos. Como de banha e de gordura farta-se a minha alma; e, com júbilo nos lábios, a minha boca te louva," Sl 63.1-5 - O tipo de expressão de louvor que libera bênçãos está cheio de paixão e anseio por Deus.
"Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água. Assim, eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória. Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam. Assim, cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome, levanto as mãos. Como de banha e de gordura farta-se a minha alma; e, com júbilo nos lábios, a minha boca te louva," Sl 63.1-5 - O tipo de expressão de louvor que libera bênçãos está cheio de paixão e anseio por Deus.
10. Louvor Criativo.
"Quanto a mim, esperarei sempre e te louvarei mais e mais." Sl 71.14
"Quanto a mim, esperarei sempre e te louvarei mais e mais." Sl 71.14
Deus deseja que sejamos criativos em nosso louvor e que evitemos o louvor descuidado.
11. Ensine seus filhos a louvar.
"Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos" Sl 145.4 -Devemos louvar continuamente a Deus e educar os filhos neste objetivo.
12. Um forte apelo para louvar.
"Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder. Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza. Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes. Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!" Sl 150.1-6
11. Ensine seus filhos a louvar.
"Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos" Sl 145.4 -Devemos louvar continuamente a Deus e educar os filhos neste objetivo.
12. Um forte apelo para louvar.
"Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder. Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza. Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes. Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!" Sl 150.1-6
Somos convidados a louvar a Deus pela sua majestade e atos poderosos em toda a sua criação.
13. O louvor abre as portas das prisões.
"Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos." At 16.25,26
"Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos." At 16.25,26
O louvor dirigido a Deus abriu as portas da prisão e libertou um homem.
14. Animando uns aos outros no louvor.
"E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo," Ef 5.18-20 - O culto é engrandecido quando nos reunimos aos outros, encorajando-nos mutuamente.
"E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo," Ef 5.18-20 - O culto é engrandecido quando nos reunimos aos outros, encorajando-nos mutuamente.
15. O sacrifício do louvor.
"Possuímos um altar do qual não têm direito de comer os que ministram no Tabernáculo. Pois aqueles animais cujo sangue é trazido para dentro do Santo dos Santos, pelo sumo sacerdote, como oblação pelo pecado, têm o corpo queimado fora do acampamento. Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério. Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir. Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome." Hb 13.10-15
"Possuímos um altar do qual não têm direito de comer os que ministram no Tabernáculo. Pois aqueles animais cujo sangue é trazido para dentro do Santo dos Santos, pelo sumo sacerdote, como oblação pelo pecado, têm o corpo queimado fora do acampamento. Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério. Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir. Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome." Hb 13.10-15
O louvor confronta e exige que matemos os nossos orgulho e preguiça.
16. Caminha com Deus em adoração.
"Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." 1Pe 2.9 - Como povo escolhido e eleitos de Deus, nós proclamamos o seu louvor e propagamos a sua benção por toda a terra.
16. Caminha com Deus em adoração.
"Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." 1Pe 2.9 - Como povo escolhido e eleitos de Deus, nós proclamamos o seu louvor e propagamos a sua benção por toda a terra.
Extraído do Site Vivos!
Revista Ação Jovem - 2° trimestre de 2010
Oba! agora temos a Revista Ação Jovem disponibilizada digitalmente, queremos agradecer ao Flávio Kopitar que é o Programador Visual da Revista Ação Jovem. Nela você encontra diversos temas muito interessantes e necessários à nossa compreenssão como Jovens Adventistas.
Culto Familiar.
“À tarde , pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz.” Salmos 55.17
A realização do Culto Familiar pode mudar radicalmente a estrutura do sistema familiar. Uma família que antes só se preocupava em adquirir coisas, ou em ficar mais culta ou mais conhecida, agora passa a se preocupar com o que vem depois desta vida, e coloca Deus em primeiro lugar. E isto muda todo o “clima” da casa.
Foi Jesus mesmo quem prometeu que se buscarmos em primeiro lugar o Seu reino e Sua justiça, “todas as outras coisas” nos “serão acrescentadas”. Mat. 6:33. A simples busca por “todas as outras coisas” pode trazer uma inquietação interior que tende a enfraquecer os relacionamentos familiares, simplesmente porque vai faltar tempo para estes relacionamentos.
Mas a busca pelo Reino de Deus, produz paz, saúde e alegria, mesmo quando as coisas aqui deste lado não vão lá tão bem... isto porque a gente sabe que estas coisas daqui não vão durar para sempre – no máximo 80 ou 90 anos, como diz o salmista.
Existem realidades eternas, duráveis, às quais vale a pena buscar, porque vamos passar nelas a maior e melhor parte da vida – toda a eternidade!! Buscar em primeiro lugar o reino de Deus nos faz ver as coisas na sua verdadeira perspectiva.
Então, sair de casa correndo pela manhã, sem ter unido a família ao trono de Deus é uma tola inversão de valores. A noite dormir sem reunir a família e buscar a presença de Deus, é trocar o eterno pelo passageiro, a realidade pela fantasia, e o durável pelo transitório! Os filhos precisam saber quais são nossas prioridades. Eles descobrem isso não pelo nosso discurso, mas ao observar nossas atitudes.
Está difícil achar um horário onde toda a família vai se reunir para o culto familiar, sentem juntos, conversem sobre o assunto, e encontrem um tempo para que o Deus seja prioridade na sua casa.
E você já pensou no que é, afinal, a coisa mais importante para você? É o estudo, o lazer, o trabalho ou o salário? Se são estas outras coisas que determinam a sua agenda, Deus não pode ocupar o primeiro lugar.
E os filhos percebem... e aprendem que Deus deve ser buscado apenas se sobra tempo. E Satanás vai dar um jeito para que o tempo não sobre. E aí, nunca sobra mesmo, e a vida se torna em uma loucura! E viva a correria, até que a morte aquieta tudo – e aí o tempo sobra – mas então já é tarde!
Por: Pr. Elieser Vargas ( Departamental de Lar e Família ANP)
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